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21 MAR

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Histórias para uma flauta

Marina Camponês, flauta & Diana Botelho Vieira, piano

Data

21 de março de 2026 às 19:30:00

Classificação Etária

M/6

Local

Teatro Miguel Franco, Leiria

Entrada

Entrada: 5,00 €
| Sócios do Orfeão de Leiria: 50% desconto* | Alunos do Orfeão de Leiria: gratuito*
* bilhetes pessoais e intransmissíveis
Bilhetes: bilheteira do Teatro Miguel Franco ou na bilheteira on-line em https://www.teatrojlsilva.pt

Sinopse

A flautista Marina Camponês e a pianista Diana Botelho Vieira juntaram-se para preencherem um vazio na pedagogia do instrumento, onde rareiam as obras contemporâneas de autores portugueses, para os diversos níveis de ensino. Assim nasceram as Histórias para uma Flauta, projeto que passou por encomendar novas composições, gravá-las e disponibilizar um disco duplo e as partituras a todos os estudantes e professores de flauta.

A enorme diversidade estilística da música portuguesa atual fica em evidência nesta edição que reúne sete criadores: desde uma jovem estudante de composição, Inês Pinto, até aos veteranos Sérgio Azevedo, Eurico Carrapatoso e Eduardo Patriarca, passando por nomes seguros da nova música como Anne Victorino d’Almeida, Paulo Bastos e Daniel Bernardes. Entre ambientes sugestivos, uns mais populares, outros experimentais ou minimalistas, encontra-se sempre o apelo aos mundos de fantasia e imaginação das crianças.

Programa

Sérgio Azevedo – Pequena Suite para a Corte de Lilliput

I. Entrada

II. Minueto

III. Dança dos varapaus

IV. Pavana

V. Partida

Inês Pinto – Tempo

Eduardo Patriarca – Microphonies (selecção)

II. Pour la voix

IV. Dans l’air

V.Percussif

Anne Victorino d’Almeida – Sybil, op. 105

Paulo Bastos – Cinco quadros para Alice

I. Down, down, down

II. White Rabbit

III. Who am I then?

IV. Do cats eat bats?

V. Off with her head!

Daniel Bernardes – Cinco Miniaturas para o Afonso

I. Prelúdio

II. Vocoder

III. Valsa

IV. Vai-te embora formiguinha

V. Tó, tó-ró-ró

Eurico Carrapatoso – Fantasia para flauta e piano

I. Vivo

II. Lento (Canção sem palavras)

III. Dança de Anitra

IV. Vivo


A escrita de obras para instrumentos solistas destinadas ao ensino ou a jovens intérpretes tem sido, em Portugal, e à exceção do piano, para o qual existe uma copiosa literatura desse género, rara. Mais raro ainda é o repertório de música de câmara, nomeadamente as obras para instrumento e piano, formação ideal para uma escola, onde os pianistas acompanhadores podem trabalhar com os alunos de instrumento de forma continuada.

Este CD revela, no entanto, uma nova realidade. Nos últimos anos tem-se assistido em Portugal a um crescente interesse dos professores e instrumentistas pela música dos compositores portugueses, quer dos vivos quer dos já falecidos, sendo que, na inexistência de repertório, aqueles têm sido cada vez mais solicitados a escreverem novas obras, nomeadamente de câmara. As obras aqui apresentadas são, na sua maioria, fruto dessa nova relação entre intérpretes/professores e compositores, tendo algumas sido escritas para os alunos da Marina Camponês, que se propôs neste registo dar a conhecê-las.

Os sete compositores e compositoras aqui representados revelam também a enorme diversidade da música portuguesa atual. Indo desde uma jovem estudante de composição, Inês Pinto, até aos veteranos Sérgio Azevedo, Eduardo Patriarca e Eurico Carrapatoso, e passando por nomes em ascensão, como Daniel Bernardes, Paulo Bastos e Anne Victorino de Almeida. As obras vão do minimalismo na senda de um Philip Glass (Inês Pinto…) e da tonalidade clássica eivada, ou não, de sabor popular (Eurico Carrapatoso e Anne Victorino d’Almeida…) até ao experimentalismo tímbrico (Eduardo Patriarca…), passando pela variedade das linguagens que se inspiram de Messiaen, do jazz ou de Prokofiev (Daniel Bernardes, Sérgio Azevedo, Paulo Bastos…), qual caleidoscópio estético que derruba escolas e visões enviesadas do que deve ser, ou não, a música de hoje.

A origem das peças também não podia ser mais diversa: “Sybil”, de Anne Victorino d’Almeida, é uma homenagem à sua mãe recentemente falecida, as obras de Daniel Bernardes e Sérgio Azevedo foram escritas para a Marina Camponês, “Microphonies” de Eduardo Patriarca foi destinada ao concurso Marília Rocha, “Tempo” de Inês Pinto resultou de uma sugestão do seu professor para integrar este CD, as peças de Paul Bastos, reputado professor de Composição, tiveram origem no seu interesse pela pedagogia e o seu repertório, enquanto a “Fantasia” de Eurico Carrapatoso nasceu somente de um impulso criativo do compositor, não estando associada a nenhum contexto em particular nem tendo sido encomendada por alguma entidade ou intérprete. É também esta a única peça que não tem qualquer relação com o ensino da flauta, mas que, pelo seu interesse enquanto repertório e grau de dificuldade, elevado, mas não virtuosístico, representa uma adição valiosa ao repertório do ensino secundário do instrumento.

Autoria: Sérgio Azevedo

Ficha Artística e Técnica

Marina Camponês, flauta

Diana Botelho Vieira, piano

Biografia

Marina Camponês iniciou a sua formação no Orfeão de Leiria e posteriormente na Escola Superior de Música de Lisboa, na Academia Nacional Superior de Orquestra e Escola Superior de Música da Catalunha.

Ao longo da sua carreira colaborou com diversas orquestras e agrupamentos, tais como Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Ensemble Darcos, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, entre outras

Dedica-se igualmente à música de câmara, apresentando-se regularmente em formações variadas. É membro dos ensembles de música contemporânea Lisbon Ensemble XX.XXI e Ensemble DME, e fundadora de vários projetos: Ipsis Duo, o quinteto de sopros Humorictus Ensemble e o duo Senza Misura (flauta e harpa).

Foi distinguida com o terceiro prémio no 18.º Concurso de Interpretação do Estoril e com o primeiro prémio no concurso Prémio Jovens Músicos 2010, na categoria de flauta transversal (nível superior). Apresentou-se como solista com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, o Ensemble Darcos, a Orquestra Sem Fronteiras, a Orquestra do Algarve e a Orquestra Clássica do Centro.

Paralelamente à sua atividade artística, desenvolve intensa atividade pedagógica. É professora na Escola Profissional da Metropolitana, na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo e na Academia de Música de Lisboa, sendo regularmente convidada a orientar masterclasses em todo o país.


Diana Botelho Vieira nasceu na ilha de São Miguel, Açores, em 1984. Apresentou-se em recitais de piano, de música de câmara, e a solo com orquestra em Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Estados Unidos da América e América do Sul. Foi laureada no Prémio Jovens Músicos – RDP Antena 2 na categoria Piano, sendo também detentora do Búzio Revelação (Expresso das 9) e Prémio Cultura (Correio dos Açores).

Apresentou-se como solista com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Clássica do Centro, Sinfonietta de Ponta Delgada, Orquestra da Universidade Politécnica da Catalunha, Mission Chamber Orchestra, Ensemble de Sopros de Leiria, e Sinfonietta de Castelo Branco, sob a direcção dos maestros Yuri Pankiv, Jean-Marc Burfin, Nikolay Lalov, José Eduardo Gomes, Amâncio Cabral, Mario Brandl García, Emily Ray, Alberto Roque, e Bruno Cândido.

Participou em festivais como o Summer Institute for Contemporary Performance Practice (Boston), PianoFest (Chicago), Embassy Series - Uniting People Through Musical Diplomacy (Washington/DC), Meadowmount School of Music (Nova Iorque), Festival Ibérico de Badajoz, Dias da Música no CCB, Temporada Artística dos Açores, Porto PianoFest (edição online), Festival Internacional de Música da Primavera em Viseu, Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, Música em Si Menor, Festival de Piano Cidade de Lagoa/Algarve, Semana de Piano de Santarém, Q.Art Festival, Festival Prolífica, Ciclo de Piano de Matosinhos.

Diana tem orientado masterclasses de piano e participado como júri em concursos de piano nacionais e internacionais.

Ao longo de cada temporada, Diana inclui nos seus recitais música de compositores portugueses, tendo feito várias estreias e gravado vários CDs com música portuguesa.

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