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Informações

 

Abruptamente, em 2020 o mundo mudou. As nossas vidas alteraram-se e os nossos hábitos também. As atividades culturais estão a ser uma das áreas mais afetadas por esta pandemia global, com danos importantes na qualidade de vida das populações.

Nesse ano, a 38.ª edição do Festival estava pronta para arrancar quando tudo parou.

Ainda assim, o Orfeão de Leiria não deixou cair um dos mais antigos festivais de música do país. A maior parte dos concertos previstos vieram a acontecer entre setembro e dezembro e outros serão acrescentados à programação já idealizada para este ano.

Em 2021, ano em que o Orfeão celebra os seus 75 anos de existência, mantemos a mesma determinação e compromisso para com o público de Leiria e a sua região.

Será novamente um ano de desafios em temos a necessidade de nos reinventar e encontrar soluções para os dificuldades que se nos apresentam. 

Conscientes de que a cultura, e em particular a música, não pode deixar de estar presente nas nossas vidas, a 39.ª edição do «Música em Leiria» irá arrancar, num formato diferente do habitual, no próximo dia 19 de abril e prolongar-se-á até 6 de novembro, mantendo a mesma filosofia que seguiu nos últimos anos, ser um festival que, partindo de uma matriz clássica, se abre a outras estéticas musicais, promovendo e encorajando o diálogo entre diferentes áreas e géneros musicais, esbatendo fronteiras que apenas teoricamente são estanques, desenvolvendo soluções inovadoras na apresentação das propostas musicais e proporcionando cruzamentos nem sempre acessíveis ao público. 

Continua a ser também objectivo do Festival «Música em Leiria» trazer a Leiria os artistas nacionais mais consagrados e representativos nas suas áreas de atuação, incluir na sua programação artistas e projetos internacionais relevantes e manter um espaço à participação de jovens músicos ainda em fase de formação. 

A presença de artistas nacionais já consagrados, como são os casos Olga Roriz, do Quarteto Lopes Graça, de António Chainho e Rão Kyao, de Desidério Lázaro e de Daniel Bernardes, é complementada com a participação de jovens músicos ainda em fase de formação, como é o caso Orquestra XXI, e ainda de jovens músicos em início de carreira, como são o exemplo de Sofia Silva Sousa (vencedora do Prémio Jovens Músicos 2018) e de Marta Menezes.

Walter Hidalgo, a soprano Natasa Sibalic e o grupo The Opera Locos marcam a presença internacional do festival. 

A programação desta 39º edição dá um particular destaque ao uma figura incontornável da música do Século XX, Astor Piazzolla. No ano em que celebramos os 100 anos do seu nascimento, a Orquestra Filarmonia das Beiras realizará um concerto, que conta com a participação do Bandeonista Walter Hidalgo, integralmente dedicado a este compositor argentino e a sua música estará ainda presente no programa do Quarteto Lopes Graça.

A importância dada à criação e valorização do património musical português consta de diversos programas, como são o caso da Ópera Cómica Multimédia Interativa “Simplex”, com libreto de Carlos Tê e José Topa, encenação de António Durães e Composição de Telmo Marques, e ainda dos concertos com Desidério Lázaro e Daniel Bernardes, António Chainho e Rão Kyao.

O Quarteto Lopes Graça irá ainda realizar a estreia absoluta das "Quatro Canções para soprano e quarteto de cordas" sobre poemas de José Luís Peixoto e David Erlich, do compositor argentino, residente em Londres, Diego Kovadloff. 

O programa deste ano inclui ainda uma co-produção com os Festivais «Cistermúsica» de Alcobaça e «Festivais de Outono», organizado pela Universidade de Aveiro, em que será apresentada a ópera de câmara «El Retablo de Maese Pedro», de Manuel de Falla, em conjunto com a companhia S.A.Marionetas.

 

António Vassalo Lourenço
Diretor Artístico

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