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Apesar de ter como ponto de partida a música clássica, o Festival Música em Leiria – FML tem integrado na sua programação o Jazz e outros géneros musicais, assim como outras artes, nomeadamente a dança, promovendo uma atitude inclusiva no que respeita à observação das diversas tipologias musicais, encorajando um diálogo efetivo entre os diferentes géneros, esbatendo fronteiras que apenas teoricamente são estanques, e desenvolvendo soluções inovadoras na apresentação das propostas musicais, conferindo-lhes uma leitura de inequívoca contemporaneidade e proporcionando cruzamentos nem sempre acessíveis ao público noutros contextos semelhantes, o que origina múltiplas possibilidades numa programação que se pretende fundamentalmente eclética, mas sempre pautada por inequívocos critérios de qualidade.

A programação do Festival procura trazer à região de Leiria artistas e projetos artísticos de relevo no panorama nacional, complementada com a presença de artistas internacionais, criando ainda espaço para a presença de projetos formativos e para a divulgação de jovens talentos nacionais.

As atividades artísticas que compõem a edição do FML de 2023, para lá da música eminentemente clássica de diferentes épocas e estilos, que vai desde o séc. XVII ao séc. XXI, incluem ainda o Jazz e decorrerão ao longo de seis semanas em diversos concelhos da região de Leiria. Na sua programação geral está presente a ideia de cruzamentos, no programa Ana Mendes & OFB, assim como preocupações de carácter ambiental, através dos programas Trash, e social, como a igualdade de género, com a presença da jovem maestrina Renata Oliveira e do grupo vocal feminino Quatro de Nós, e ainda através ópera de câmara Lugar Comum: Mudando o que tem de ser mudado - um projeto para a prevenção e sensibilização da Violência contra a Mulher.

A presença de artistas nacionais já consagrados e mais representativos nas suas áreas de intervenção, como é o caso de António Rosado e Filipe Quaresma, de Nuno Pinto, de Ana Mendes com a OFB, do Iberien Ensemble, do Quarteto Contratempus, do Ars ad Hoc e da Companhia Quorum Ballet, é complementada com a participação de jovens músicos em fase de formação, como é o caso dos agrupamentos da Escola de Música do Orfeão de Leiria (Orquestra de Sopros, Camerata e Coro de Câmara), do Coro de Câmara da Ourearte, da Escola de Artes de Ourém, e ainda de jovens músicos em início de carreira, o violoncelista João Pedro Gonçalves (vencedor do Prémio Jovens músicos 2021), a maestrina Renata Oliveira e o grupo Quatro de Nós. Os espanhóis Yllana marcam a presença internacional da programação com o programa Trash!, uma desconstrução da música clássica num concerto de percussão com instrumentos feitos a partir de lixo reciclado.

Pretende-se também promover a partilha de experiências artistas entre músicos consagrados, estudantes de música e até estruturas locais não profissionais, o que proporciona momentos únicos de enriquecimento pessoal, social e artístico. O Concerto com a participação da OFB, do Coro do Orfeão de Leiria, do Coro de Câmara da Ourearte e do Chorus Auris, junta no mesmo palco músicos profissionais, amadores e estudantes de música.

A importância dada à criação e valorização do património musical português estará presente em diversos programas, como são o caso da estreia absoluta da obra Via Lucis, do compositor Eugénio Amorim, para Coro, Órgão e Ensemble Instrumental (encomenda do FML), da ópera de câmara Lugar Comum, de Sofia Sousa Rocha, e das obras de Nuno Pinto, A. Avondano e de Policarpo da Silva.

 

António Vassalo Lourenço

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