
OHIMÈ - Afetos no Barroco Italiano
Altos do Bairro
Data
19 de março | 19:30
Classificação Etária
M/6
Local
CDIL - Centro de Diálogo Intercultural de Leiria
Entrada
gratuita, sujeita à lotação da sala
Sinopse
Ohimé - interjeição que expressa uma impressão repentina ou um sentimento profundo, como admiração, surpresa, dor ou desconforto.
Neste programa apresentaremos peças de alguns dos mais célebres compositores do barroco italiano, como Girolamo Frescobaldi, Claudio Monteverdi, Sigismondo D’India, Salvatore Lanzetti, Giovanni Legrenzi e Antonio Caldara. A palavra “Ohimè” atua como ponto de partida para a exploração de diversos afetos e humores, desde a tristeza avassaladora que transparece na peça "Lumi, Potete Piangere", onde as lágrimas figuram como constante temática, ao ingénuo diálogo em "Bel Pastor", onde um pastor e sua amada se questionam incessantemente sobre a profundidade do seu compromisso. Este programa abrange uma variedade de formações instrumentais, apresentando peças para cravo solo, violoncelo com baixo-continuo, duo de alaúdes, soprano solo e duo de sopranos com baixo-contínuo.
Programa
Sinfonia per violoncello solo- Giovanni Battista Bononcini (1670-1747)
Ohimé ch io cado- Claudio Monteverdi (1567-1643)
Passacaglia- Luigi Rossi (1567- 1653)
Pulchra es- Claudio Monteverdi (1567-1643)
Ohimé dov'è il mio ben- Claudio Monteverdi (1567-1643)
Pompe Inutili (Maddalena al piedi di cristo- Antonio Caldara (1670-1736)
Quando voglio con un vezzo - Antonio Sartorio (1630-1680)
Si dolce e'l tormento- Claudio Monteverdi (1567-1643)
Sonata em Ré menor- Francesco Geminiani (1687-1762)
Bel Pastor - Claudio Monteverdi (1567-1643)
Sfere fermate - Sigismondo D’India (1582- 1629)
Ficha Artística e Técnica
Sara Maia - Soprano
Mariana Caldeira Pinto - Soprano
Rosa Salomé Vieira - Cravo
Pedro Massarrão -Violoncelo Barroco
Mariana Santos - Alaúde, Arquialaúde, Teorba e Guitarra Barroca
Inês Wilton Trindade - Alaúde, Arquialaúde, Teorba e Guitarra Barroca
