Agenda 2022

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O Quarteto do Rio e Orquestra Filarmonia das Beiras estarão novamente juntos em palco, numa parceria entre Brasil e Portugal, fazendo um passeio musical sobre obras de consagrados compositores brasileiros.
Com arranjos inéditos, feitos por Neil Teixeira e Eloi Vicente especialmente para o evento e sob a batuta do Maestro António Vassalo Lourenço, a música popular brasileira será homenageada com uma seleção especialíssima de repertório, com destaque especial para obras que se tornaram clássicos ligados ao movimento chamado de Bossa Nova.
Entre as músicas apresentadas no concerto podemos destacar: Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes); Samba de Verão (Marcos e Paulo Sérgio Valle); Chega de Saudade (Tom Jobim e Vinícius de Moraes);Chovendo na Roseira (Tom Jobim); A Minha Namorada (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes); Homenagem ao Malandro (Chico Buarque de Holanda);Corcovado (Tom Jobim);Vera Cruz (Milton Nascimento e Márcio Borges); Rosa Morena (Dorival Caymmi).
Os vocais elaborados do Quarteto do Rio com os seus instrumentos (piano, baixo, bateria e violão) associados ao virtuosismo das cordas e madeiras da Orquestra Filarmonia da Beiras, formam um belo conjunto musical a ser apreciado pelos amantes da boa música.

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Partindo da celebração dos 200 anos do nascimento do compositor francês Jacques Offenbach, a Plateia Protagonista e o trio À la Joie! prestam homenagem a um dos grandes vultos da ópera cómica.
Neste concerto encenado é proposto ao público um grande desafio – viajar pela música como Offenbach viajou pela vida: a rir, rindo-se de si mesmo, rindo-se dos e com os outros. A sua obra mostra-nos um mundo musical, literário e artístico que influenciou inúmeros compositores - alguns dos quais serão convidados a juntar-se a esta folia.
É em Offenbach que encontramos os clássicos e eternos amantes Orfeu e Eurídice agora enfadados e aborrecidos por se verem confinados a uma longa vivência em casal. A mitologia grega e romana e alguns dos seus carismáticos episódios são acompanhados pelo tom solene de uma castradora opinião pública que tenta manter a ordem entre Deuses erráticos e Mortais caprichosos.
Aqui o riso é livre e a seriedade não se confunde com profundidade: a Ópera é para todos e tratamo-la por tu.

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Concerto final do Estágio da Páscoa/ Residência artística da Orquestra de Sopros de Leiria, sob a direção do maestro e compositor Carlos Marques.
A Orquestra de Sopros de Leiria como base a Orquestra de Sopros da Escola de Música do Orfeão de Leiria e conta neste concerto com vários alunos da Região de Leiria, que foram selecionados através de provas .
Neste concerto serão apresentadas um conjunto de obras que exploram as novas sonoridades da Orquestra de Sopros, destacando-se a estreia mundial da Abertura Opus 75 do Compositor Carlos Marques, obra dedicada aos 75 anos do Orfeão de Leiria.

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Sob a direção da maestrina convidada, Renata Oliveira, a Orquestra Filarmonia apresentará a 40ª Sinfonia de Wolfgang Amadeus Mozart, facilmente reconhecida pela melodia que dá início ao primeiro andamento é uma das mais tocadas do compositor austríaco. Composta em 1788, é uma das duas únicas sinfonias que escreveu em tons menores, refletindo o seu interesse pelo movimento artístico conhecido como Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto), no qual emoções mais sombrias e fortes são apresentadas. Uma obra ímpar, que resiste ao tempo, apresentando-se permanentemente misteriosa, jovial e em diálogo connosco, sempre com algo de novo para revelar. Não haveria melhor obra para assinalar o arranque do 40º Festival Música em Leiria.

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"O Piratinha Brincalhão"
Estávamos no mês de fevereiro do ano de 2014. A agitação marítima era muito forte. As chuvas caíam em abundância por toda a Europa. Em Portugal provocou muitas inundações. Também o rio Lis não conseguiu suportar a abundância das águas, derramando-as sobre os campos do Lis junto a Monte Real, surpreendendo as termas, o grupo desportivo e suas imediações. Esta história estabelece a ponte entre o real e o imaginário, ao misturar dados verídicos com personagens fictícias: Assim, Capitão Brincalhão, Piratinha Brincalhão, Cãopitão, Kika e Gui transportam-nos para um espaço histórico e geograficamente real, em épocas diferentes, de uma forma lúdica e formativa.
Trindade Pereira

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"O Piratinha Brincalhão"
Estávamos no mês de fevereiro do ano de 2014. A agitação marítima era muito forte. As chuvas caíam em abundância por toda a Europa. Em Portugal provocou muitas inundações. Também o rio Lis não conseguiu suportar a abundância das águas, derramando-as sobre os campos do Lis junto a Monte Real, surpreendendo as termas, o grupo desportivo e suas imediações. Esta história estabelece a ponte entre o real e o imaginário, ao misturar dados verídicos com personagens fictícias: Assim, Capitão Brincalhão, Piratinha Brincalhão, Cãopitão, Kika e Gui transportam-nos para um espaço histórico e geograficamente real, em épocas diferentes, de uma forma lúdica e formativa.
Trindade Pereira

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É uma coreografia que se desafia a si própria, que se coloca no limiar da falha que será sempre uma aliada e não uma adversária. Uma peça que convoca algumas memórias de tantas outras e que, nos seus percursos secretos, se inspira em muito daquilo que os tempos nos têm dado. Não olhamos para a falha como obstrução, assim como não olhamos para todos os sonhos desfeitos, os impasses que teimam em ser condição de vida, as dinâmicas culturais, tantas vezes inconclusivas, a tentativa vã de fixar e construir.
A dança continua num lugar confinado, mas isso não nos interessa, na próxima segunda tudo vai mudar, se não for na próxima será na outra, ou na seguinte, e para isso acontecer, vamos continua a desafiarmo-nos, a brincar, a provocar e exorcizar a falha. Vamos ser singulares e colectivos. Vamos reencontrar a festa. Vamos reencontrar o corpo. Vamos continuar a dançar.
Paulo Ribeiro

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"Música nostálgica, poderosa, vigorosa: a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP) propõe obras de dois gigantes da música britânica e uma estreia em Portugal de Kristine Tjøgersen, uma compositora e clarinetista norueguesa.

Dedicada à sua mãe e descrita como uma excursão sonora, a compositora e clarinetista norueguesa Kristine Tjøgersen leva-nos numa viagem onde o coloca o público (e a orquestra!) dentro de uma floresta. O som de um esquilo a roer uma casca de uma árvore, o som das raízes, o ritmo da natureza pulsante debaixo dos nossos pés, os pássaros, todo o fulgor da natureza.

Música de grande riqueza, profundidade emocional e mestria técnica, o Concerto de William Walton será interpretado por Sofia Sousa, vencedora do Prémio Jovens Músicos - RTP / Antena 2 e membro da London Symphony Orchestra.

As variações não irei sequer explicar - o ‘mistério’ ficará por resolver. Aliás, durante as variações, um outro tema mais extenso aparece, mas não é ouvido.” Envoltas em mistério, nas variações sobre um tema original, Elgar propõe um autorretrato de enorme rasgo poético e romântico, através de dedicatórias a um conjunto de misteriosos amigos. "

Pedro Carneiro

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Em 2008, as Lulavai decidem começar este projeto musical onde 4 harpas e 4 quatro vozes femininas se misturam para tocar com um som original, com temas tradicionais galegos e da própria composição. Lorena Reinaldo, Paula Oanes, Josefa Fernández e Elena Paz, formam este insólito quarteto, onde o protagonismo das harpas celtas e o doce som das suas vozes conseguem criar uma formação única.

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Maestrissimo é um espectáculo «allegro e molto vivace», a meio caminho entre o concerto de câmara, a comédia satírica e o retrato de época, em que, no mais puro estilo Yllana, as aventuras e desventuras de um quarteto de cordas num período indeterminado entre o século XVII e século XVIII (Barroco e Neoclassicismo).

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Este concerto contará com a participação do Coro do Orfeão de Leiria, dirigido pelo maestro João ferreira e pela Camerata do Orfeão de Leiria dirigida pelo maestro Mário Teixeira. O mote principal deste concerto é apresentação da obra Missa Brevis de Jacob De Haan. Esta missa foi composta a pedido do Conselho para a Música e a Cultura da Alta Alsácia, de Guebwiller, em França, por ocasião das celebrações dos mil anos do nascimento do Papa Leão IX. As partes desta missa (Kyrie, Gloria, Sanctus, Benedictus e Agnus Dei) convêm tanto à liturgia católica como à liturgia protestante.  Este concerto terá como solista a organista Rute Martins.

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Este concerto contará com a participação do Coro do Orfeão de Leiria, dirigido pelo maestro João ferreira e pela Camerata do Orfeão de Leiria dirigida pelo maestro Mário Teixeira. O mote principal deste concerto é apresentação da obra Missa Brevis de Jacob De Haan. Esta missa foi composta a pedido do Conselho para a Música e a Cultura da Alta Alsácia, de Guebwiller, em França, por ocasião das celebrações dos mil anos do nascimento do Papa Leão IX. As partes desta missa (Kyrie, Gloria, Sanctus, Benedictus e Agnus Dei) convêm tanto à liturgia católica como à liturgia protestante.  Este concerto terá como solista a organista Rute Martins.